Sobre Nós

A tragetória do melhor projeto
ambiental
do Rio Grande do Sul

Considerando o enorme prejuízo social e ambiental causado pelas embalagens de agrotóxicos jogadas no meio ambiente; considerando, seu poder de contaminação muito superior ao próprio agrotóxico utilizado nas lavouras; considerando, que jamais houve qualquer iniciativa para a resolução deste problema; considerando que não há legislação federal, estadual ou municipal com abordagem específica em relação às embalagens de agrotóxicos.

Foi em novembro de 1996, por iniciativa da SARGS – Sociedade de Agronomia do Rio Grande do Sul, da FEPAM- Fundação Estadual de Proteção Ambiental, do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, através da Emater, da ANDEF – Associação Nacional de Defesa.

Vegetal, da FEPAGRO – Fundação de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Sul e da Prefeitura Municipal de Passo Fundo, assinado convenio com vistas à instalação de um Projeto Piloto no Estado do Rio Grande do Sul, cujo objetivo é o recolhimento das embalagens de agrotóxicos.

Em março de 1997 foi iniciada a construção da Central, objeto do convênio, no município de Passo Fundo. Concluída e inaugurada em setembro de 1998, a Central estava pronta para recolher as embalagens de todas as propriedades no município de Passo Fundo.

A Realidade

É louvável a iniciativa dos governos Federal e Estaduais na busca de soluções, para os problemas ambientais, demonstrada na promulgação das Leis visando ações, que venham a recuperar e preservar os mais diversos ecossistemas dos quais estamos inseridos.

Mas algumas vezes, seja por falta de informação, conhecimento ou prática, ocorrem falhas. E não foi diferente com a questão das Embalagens Vazias de Agrotóxicos.

Após a Segunda Grande Guerra, com a demanda crescente de alimentos, ocorreu a massificação dos sistemas produtivos e, dos avanços tecnológicos. Surgiu a necessidade do uso de defensivos agrícolas (agrotóxicos), para efetuar-se o controle de espécies (vegetais ou animais) prejudiciais a produção agrícola. Após a utilização dos defensivos, o comum era o abandono ou a destruição das embalagens de forma desordenada e imprópria; através de uma nova atitude em relação ao meio ambiente foram promulgadas Leis, visando coibir estas práticas que causam enormes transtornos ao meio ambiente e conseqüentemente a saúde pública.

Por estes motivos, o projeto do Cinbalagens torna-se mais importante ainda, pois vai além do previsto em Lei, e atende as necessidades do meio ambiente. O fato das Prefeituras estarem envolvidas recolhe-se todas as embalagens, independente de fabricante, fornecedor ou usuário.

Assista ao vídeo e conheça melhor nosso trabalho:

Para mais detalhes sobre as Leis que dispõem sobre a gestão de resíduos sólidos, clique nos botões abaixo.

O Futuro

Na transferência a iniciativa privada, as Prefeituras fazem a Cessão de Uso, por prazo determinado, com vistas a continuar a fiscalização e acompanhamento do Processo.

O Cinbalagens continuará com o compromisso de efetuar o recolhimento de todas as embalagens. Mais, o Cinbalagens não trabalha apenas para cumprir a Lei, como os demais projetos; antes da própria Lei, já trabalhava para a sociedade.

Infelizmente ainda há consumidores enterrando ou queimando embalagens, ainda há deposição em locais públicos, há a falta de consciência por parte daqueles que praticam tais atos.

O CINBALAGENS trabalha ativamente na divulgação deste projeto e na educação dos usuário, assim como na educação ambiental que será para as futuras gerações.

Finalizamos prestando nossa homenagem aos representantes das empresas que firmaram em 1996 o convênio. A nossa homenagem e agradecimento aos prefeitos, que iniciaram este projeto. Em especial aos Presidentes Júlio Teixeira, Osvaldo Gomes e Luiz Brocco. Eles tiveram a coragem e a persistência em prol de suas comunidades e de toda a sociedade. Participe do melhor projeto na área ambiental, pois a responsabilidade não foi e, não é só deles, é de toda a Sociedade.